Surfando na net, encontrei este texto de Júlio Ferreira do Recife que apenas com alguns retoques pessoais, ainda assim, descreve a atual mentalidade Petista que corrompida pelo poder é motivo de vergonha, para todos aqueles como eu participou da construção deste partido, e hoje assistem indignados com o desmantelamento da ética, da moral e dos princípios políticos que eram máximas, na época de seu surgimento em 1979,mas leia esta perfeita definição do PT: "O PT é um partido orientado por intelectuais que estudam e não trabalham, formado por militantes que trabalham e não estudam, comandado por sindicalistas que não estudam nem trabalham e suportado por eleitores que trabalham pra burro e não têm dinheiro pra estudar". Quem escreveu esta frase no mínimo, era um ex petista, pois conseguiu sintetizar perfeitamente o quadro de degradação ética e moral imposto por dirigentes partidários, transformados em gigolôs dos cofres públicos, que conseguiram transformar o antigo PT, orgulho de uma militância que fazia questão de ostentar nas ruas sua opção partidária, por entender que pertencia a ÚNICA legenda verdadeiramente ética e séria da política brasileira, em uma sigla tão manchada pela desonra quanto aquelas que fazia questão de criticar de forma tão ácida, fazendo com que seus antigos militantes, encabrestados por uma direção partidária fascista, tenham ao longo dos anos tendo de escolher entre duas opções: 1)Dar um basta às imoralidades cometidas pelo PT, em uma clara demonstração de que não compactuam com as imoralidades impostas pela direção partidária, e buscar abrigo em outras legendas, ainda não cooptadas pelo neoliberalismo, tal como o PT, definitivamente, foi; 2) Continuar no PT, deixando-se comprar pelas benesses oferecidas em troca do seu irresponsável silêncio. É triste ver tantos Petistas, que tiveram coragem de enfrentar o regime militar, capitularem ante boas propostas de se locupletar com migalhas do poder, e tornarem-se PETRALHAS
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O que a Igreja Católica, omitiu dos seus Fieis?.
Em 1945, um pastor encontrou um jarro de cerâmica numa gruta próxima a sua aldeia no Egito. Ao abri-lo, achou vários livros escritos em idiomas que ele não compreendia. Algumas folhas amareladas serviram alimentaram o forno a lenha de sua casa. As restantes caíram nas mãos de um religioso local, circularam no mercado de antiguidades e foram resgatadas por um funcionário do governo egípcio. Mais tarde, descobriu-se que a “lenha” era um tesouro de valor incalculável: a coleção de Nag Hammadi, 13 livros com 1 600 anos e histórias que a Igreja tentou abafar durante todo esse tempo. Mas não conseguiu. Depois de sobreviver ao tempo e à censura religiosa, o achado tornou-se o maior e mais importante acervo de evangelhos apócrifos, literatura que tem ajudado a elucidar vários mistérios sobre as origens do cristianismo.
Tesouro dos primeiros cristãos
A maioria dos escritos de Nag Hammadi foi produzida entre os séculos 1 e 3 e seus autores faziam parte das primeiras comunidades cristãs. Nesse acervo, é possível conhecer livros que ficaram de fora do Novo Testamento, como evangelhos de Tomé e Tiago. O interessante desses relatos é que destoam bastante do que aparece na Bíblia. Neles, Jesus tem um lado humano, Madalena é uma grande líder, Deus é um princípio masculino e feminino... Diferenças polêmicas que deixam claro por que os apócrifos sempre foram uma pedra no sapato da Igreja. “Eles representavam outro cristianismo, não oficial, marginalizado”, explica o padre e teólogo Luigi Schiavo, professor do Departamento de Ciências da Religião da Universidade Católica de Goiás. “Eles têm grande valor histórico e religioso porque mostram novas interpretações sobre a figura de Jesus na origem do cristianismo”, enfatiza o especialista.
Naquela época não havia um cânone – nome dado ao conjunto oficial de livros que compõem a Bíblia – mas vários textos, cada qual escrito pelas diferentes seitas existentes, que registravam seus próprios valores e crenças sobre a origem do mundo e da vida, sobre Deus e o messias. E havia muitas divergências. Os docetas, por exemplo, negavam a realidade material de Cristo. Consideravam que Jesus possuía um corpo etéreo e que, por isso, não nasceu nem foi morto na cruz e muito menos ressuscitou. Os ebionitas, por sua vez, defendiam que Jesus tinha nascido de forma natural e só depois de batizado é que Deus decidiu adotá-lo. Já os ofitas acreditavam que Caim era o representante espiritual mais elevado. Para eles, a morte de Jesus foi um crime do Universo, mas um evento necessário para a salvação da humanidade.
Um dos grupos mais influentes do cristianismo primitivo foi o dos gnósticos, que adotavam uma vida ascética, negavam a matéria e acreditavam que o conhecimento era o caminho para a salvação. Algumas facções também defendiam que Deus possuía um princípio masculino e outro feminino. De fato, as mulheres desses grupos atuavam como mestras, líderes e profetisas – uma idéia ainda hoje revolucionária para a Igreja.
E havia também o chamado cristianismo apostólico, baseado nas narrativas dos primeiros discípulos de Jesus. Eles contavam que o messias havia morrido na cruz para salvar a humanidade e aos seguidores cabia a missão de espalhar sua mensagem pelo mundo. Essa tradição começou a ser registrada por volta dos anos 30 e 40 do século 1, em livros como os evangelhos de Marcos, Mateus, Lucas e João. Esses textos eram lidos por muitos grupos, que os consideravam os relatos mais antigos e precisos da vida de Cristo.
A babel de cristianismos resistiu até o século 2, quando alguns bispos decidiram organizar as Escrituras. “Eles precisavam adotar um cânon definitivo para que a religião pudesse se expandir”, explica o frei Jacir. Mas para isso não adiantava traduzir os textos para várias línguas e divulgá-los entre vários povos. Era preciso aparar as diferenças e chegar a uma espécie de “versão oficial”. Na hora de selecionar os livros, o espírito democrático que permitiu a existência das diferentes versões deu lugar às disputas de poder.
As igrejas maiores e mais influentes tentaram impor seus textos, o que as menores não aceitavam. Havia debates e acusações mútuas de heresia entre elas. A peleja continuou até o século 4, quando tudo indicava que o cristianismo apostólico iria prevalecer sobre os outros cristianismos. Seus 4 evangelhos já eram populares naquela época e, desde o século 2, eram elogiados pelos pensadores da Igreja. Mas faltava tornar esses livros oficiais.
Foi quando o imperador de Roma, Constantino, entrou em cena e interveio no impasse. Na época, com o império em crise, ele precisava de uma bandeira para justificar a expansão e convencer outros povos a aceitarem seu domínio. E a solução estava numa aliança com os cristãos, que por sua vez desejavam espalhar a mensagem de Jesus mundo afora. “Constantino percebeu que era uma grande oportunidade e decidiu fazer do cristianismo a religião oficial do império”, explica o frei Jacir.
Os cristãos deixaram de ser perseguidos em 313 e apenas 12 anos depois seus bispos foram convocados para o Concílio de Nicéia, primeiro passo dado para a criação do Novo Testamento. Na reunião, os evangelhos de Marcos, Lucas, Mateus e João foram escolhidos para narrar a biografia de Jesus por uma razão simples: expressavam a visão dominante na Igreja. E todos os demais foram considerados apócrifos, falsos e perigosos para o estabelecimento do novo livro.
Começou, então, a perseguição a todos que ousavam discordar da recém-formulada Escritura Sagrada. Os gnósticos, docetas, ebionitas e ofitas foram acusados de heresia. Os que insistiam em desrespeitar o cânon eram punidos com a excomunhão ou a morte. Dezenas de livros – ou centenas, já que ninguém sabe ao certo quantos eram – foram destruídos ou queimados. Foi nessa época que alguém decidiu esconder 13 volumes numa gruta, na aldeia de Nag Hammadi, no alto Egito – talvez um cristão perseguido ou um monge do Mosteiro de São Pacômio, que ficava ali perto. Eram evangelhos, cartas e atos dos apóstolos escritos em copta, língua falada pelos cristãos do Egito. O tesouro só foi descoberto 16 séculos depois, por aquele pastor que apresentamos lá no começo, e hoje está no Museu Copta do Cairo, à disposição do público.
Além desses, muitos outros apócrifos foram excluídos da Bíblia. É o caso dos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947, que apresentam cópias de livros do Antigo Testamento, deixadas pela seita judaica dos essênios. E do Evangelho Segundo Judas, descoberto na década de 1970, que conta uma história diferente sobre o discípulo que traiu Jesus. No total, são mais de 100 livros de valor inquestionável para os estudiosos das Escrituras. “São documentos essenciais para compreender a história do cristianismo no 1º e 2º séculos”, afirma o teólogo Paulo Nogueira, professor da Universidade Metodista de São Paulo.
Os apócrifos revelam que o Novo Testamento não nasceu pronto e acabado e que os textos que servem de base para a atual doutrina cristã passaram por um complicado processo de “edição”. Também deixam claro que, ao contrário do que se imaginava, o cristianismo praticado hoje não era o único nos primeiros séculos. Existiam vários cristianismos, cada um com sua própria interpretação da vida de Jesus e seus ensinamentos. Quem lê os escritos deixados por esses grupos pode conhecer outros pontos de vista sobre uma história contada há mais de 2 mil anos.
No entanto, é necessário afrouxar o julgamento antes de mergulhar na leitura. “Devemos compreender esses livros de modo ecumênico e tentando dialogar com os cristianismos de origem”, sugere o frei Jacir. É verdade que esse textos, muitas vezes coloridos e aberrantes, costumam chocar o leitor de primeira viagem. “Mas alguns também podem complementar a nossa fé”, adianta Jacir. Uma prova de que eles não são apenas uma “ameaça” aos cânones da Igreja Católica estão na religiosidade popular e na arte sacra, que buscaram inspiração nas histórias apócrifas. A famosa história dos 3 reis magos que levaram presentes ao menino Jesus e tudo que inspira os presépios natalinos, por exemplo, vêm dos evangelhos apócrifos.
Magdala, a favorita de Jesus
Apócrifos revelam que Maria despertava o ciúme dos apóstolos e que Jesus a beijava na boca
Maria Madalena – ou Miriam de Magdala, como está no hebraico – aparece nos apócrifos como uma mulher sábia e respeitada por Jesus. Ela acompanha o mestre em suas pregações e o ajuda a liderar os primeiros cristãos. O Evangelho de Filipe, do século 2, conta que ela era a seguidora preferida de Cristo, o que despertou o ciúme dos outros apóstolos. “Por que a amas mais que a todos nós?”, perguntavam eles ao Senhor. Uma passagem que ainda enfurece muitos cristãos diz que "o Senhor amava Maria mais do que a todos os discípulos e a beijava freqüentemente na boca". A liderança de Madalena também é mencionada no evangelho apócrifo que leva seu nome, também do século 2. Numa passagem, Pedro questiona: “Devemos mudar nossos hábitos e escutarmos todos essa mulher?” O texto revela que, apesar dos preconceitos, ela consegue se impor. É uma imagem distante da mulher impura e pecadora que a tradição da Igreja enfatizou durante séculos. Em 1969, o Vaticano reconheceu que houve uma confusão na interpretação das Escrituras (ela teria sido confundida com a pecadora que unge os pés de Jesus no Evangelho de Lucas) e retirou a denominação de prostituta que durante séculos pesou sobre Maria Madalena.
A redenção de Judas
Judas teria entregue Jesus a seu pedido
A história do discípulo que traiu seu mestre por 30 moedas de prata é uma das mais conhecidas do cristianismo. Segundo o Evangelho de Judas – um manuscrito copta (língua falada pelos antigos egípcios) escrito entre os séculos 3 e 4 – o apóstolo pode ter sido condenado injustamente pela história. No texto, descoberto nos anos 70, no Egito, o personagem mais odiado do cristianismo aparece como o discípulo mais próximo e querido de Jesus. Ele denuncia o mestre às autoridades romanas a pedido do próprio Messias, num plano que seria essencial em sua missão de salvar a humanidade. “Nesse contexto, a figura de Judas representa o ideal do discípulo que, recebida a iluminação, cumpre a vontade de Deus, mesmo que ela tenha a ver com a entrega de Jesus à morte”, diz o teólogo Luigi Schiavo. Na versão do Novo Testamento, Judas enforca-se, arrependido. No texto apócrifo é diferente. Ao compreender a importância de sua missão, Judas teria se retirado para meditar no deserto.
A infância de Cristo
Evangelhos mostram lado humano e divino
A literatura apócrifa conta várias histórias sobre a gravidez de Maria e os primeiros anos de vida de Jesus. É uma tentativa de preencher a lacuna da Bíblia, que faz uma única referência à infância do Messias, quando ele visita o Templo de Jerusalém, aos 12 anos. O Evangelho do Pseudo-Mateus, do século 3, conta que o menino fazia milagres ainda na barriga da mãe e que, desde criança, usava seus poderes para curar doentes e ressuscitar os mortos. Mas, quando irritado, ele se comportava como uma criança mimada e vingativa. Certo dia, um menino o derrubou no chão. Jesus então ordenou: “Caia morto!”, e o amigo morreu. Depois, arrependido, o fez ressuscitar. Um de seus passatempos preferidos seria criar seres de barro e lhes dar vida com um sopro. Essa faceta de Jesus pode assustar quem lê os apócrifos. Mas, para teólogo Jacir de Freitas, ela deve ser compreendida no contexto em que o livro foi escrito. “A intenção é mostrar que Jesus tem um lado humano e outro divino, o que é um reflexo de uma época em que a Igreja discutia qual era a natureza do filho de Deus.”
O quinto evangelho
Historiadores acreditam que Evangelho de Tomé seja inspiração de 3 dos canônicos
O Evangelho Segundo Tomé, do apóstolo que precisava “ver para crer”, é o mais polêmico do acervo de Nag Hammadi. O manuscrito contém 114 parábolas e frases atribuídas a Jesus. As citações são semelhantes às da Bíblia, mas refletem o pensamento gnóstico. Nele, Jesus aparece como um mestre mais místico, que orienta os discípulos a reconhecer sua identidade divina e a buscar Deus em qualquer lugar. Ele foi excluído, apesar de ter sido escrito por volta dos anos 60 e 70 do século 1, mesma época dos evangelhos que entraram para o cânone sob a justificativa de serem os relatos mais antigos do messias. Os pesquisadores chamam esse apócrifo de Quinto Evangelho e suspeitam que ele seja o famoso Fonte Q, escrito nunca achado que teria sido a base de 3 dos 4 evangelhos canônicos. Se isso for verdade, os textos bíblicos são adaptações desse apócrifo, dono dos verdadeiros ensinamentos de Cristo.
extraído Revista Super Interessante.
terça-feira
Os sintomas do fanatismo, Religioso ou Politico.
"O diabo empalidece comparado a quem dispõe de uma única verdade" (Emil Cioran)
“... todos os crentes parecem escandalosos e indiscretos: procura evitá-los" (Nietzsche).
Em nossa época, supostamente dominada pela ciência e pela tecnologia, o fanatismo parece ser uma reação made in recalcado do inconsciente da humanidade. Fanatismo, vem do latim fanaticus, quer dizer "o que pertence a um templo", fanum. O indivíduo fanático ocupa o lugar de escravo diante do senhor absoluto, que, pode ser uma divindade, um líder mundano, uma causa suprema ou uma fé cega. O fanatismo é alimentado por um sistema de crenças absolutas e irracionais que visa servir à um ser poderoso empenhado na luta contra o Mal. Ou seja, o fanático acha que pode exorcizar pessoas e coisas supostamente possuídas pelo demônio" , "combater as forças do Mal" ou "salvar a humanidade" do caos.
Tendo origem no dogma religioso, o fanatismo não se restringe a esse campo único; existe fanatismo por uma raça, um time de futebol, por um partido político, sobretudo por ideologias revolucionárias quando extrapolam a dimensão racional, sentindo-se guiada pela "fantasia da escolha divina". Foi fanatismo religioso que fez muitos seguirem Jin Jones (Templo do Povo), Asahara (Verdade suprema), David Koresh (Ramo davidiano), Jo Dimambro (Templo Solar) e tantos outros místicos ou charlatães que terminaram causando tragédias coletivas, noticiadas no mundo todo. A história conheceu também os histerismos coletivos da "caça as bruxas", a perseguição aos negros, índios, comunistas, homossexuais, prostitutas. O movimento da Jihad islâmica contra os "infiéis do ocidente" e a "guerra aos terroristas" do ocidente cristão, demonstram que o fanatismo está vivo e atuante em nossa época supostamente "científica" e "tecnológica". Precisamos admitir que, a história da humanidade é também a história dos vários fanatismos dominando grupos humanos, sempre com consequências trágicas. Esse pedaço da história renegado nos causa vergonha, medo e sinalizam alertas para possíveis efeitos negativos no rumo da civilização.
Como disse, o fanatismo atua para além do efeito religioso, mas não extrapola ao campo ideológico como um todo. Há fanatismo entre crentes de todo o tipo, do menos ao mais irracional. Mas, não existe fanatismo racional, em que pese o fato de um certo tipo de razão (instrumental, cínica, etc) também ter cometidos os seus desatinos e crimes . Assim, para o fanático religioso, não basta adorar um Deus visto como Senhor absoluto, é necessário ser soldado dele na terra, lutar pela causa superior, pregar, exorcizar, forçar os "infiéis" ou "divergentes" à conversão absoluta, à qualquer preço. O fanático está sempre disposto a dar provas do quanto sua causa suprema vale mais do que as próprias vidas: dele, de sua família ou mesmo de toda a humanidade. Ele mata por uma idéia e igualmente morre por ela.
Os sintomas do fanatismo
Os sintomas do fanatismo, em grupo, são: orações, privações, peregrinações, jejum, discursos monológicos e martírios que podem terminar com o sacrifício da própria vida visando salvar o mundo das "trevas" ou do que ele entende ser "o mal" .
O fanático não fala, faz discursos; é portador de discursos prontos cujo efeito é a pregação de fundo religioso ou a inculcação política de idéias que poderá vir a se tornar ato agressivo ou violento, tomado sempre como revelação da "ira de Deus" ou "a inevitável marcha da história" ou, ainda, a suposta "superioridade de uns sobre os demais". Faz discursos e não fala, porque enquanto a fala é assumida pelo sujeito disposto ao exercício do diálogo, da dialética, do discernimento da verdade, os discursos - especialmente o discurso fanático - fazem sumir os sujeitos para que todos virem meros objetos de um desejo divinizado; servir ao desejo divino e à produção da repetição de algo já pronto, onde o retorno do recalcado do sujeito faz do Eu (ego) um porta-voz de um sistema de crenças moralistas carregado de ódio em relação ao suposto inimigo ou adversário que precisa ser destruído para reinar o Bem.
Os textos sagrados, tomados literalmente, fornecem a sustentação "teórica" do discurso fundamentalista religioso; com ele, o indivíduo acredita, a priori, estar de posse de toda a verdade e por isso não se dá ao trabalho de levantar possíveis dúvidas, como confrontar com outro ponto de vista, ou desvelar outro sentido de interpretação, ou ainda, contextualizá-lo, etc. O fanático tem certeza e isso lhe basta. Creio porque é absurdo, já dizia Tertuliano. Certeza para ele é igual a verdade. (Segundo Popper, no campo científico, a certeza nada vale porque é "raramente objetiva: geralmente não passa de um forte sentimento de confiança, ou convicção, embora baseada em conhecimento insuficiente", já a verdade tem estatuto de objetividade, na medida em que "consiste na correspondência aos factos", na possibilidade da discussão racional com sentido de comprovação. (Popper, 1988, p. 48).
O problema da religião não é a paixão "fé", mas a inquestionalidade de seu método. O método de qualquer religião traz uma certeza divulgada em forma de monólogo, jamais de diálogo ou debate de idéias. O pastor, padre, rabino, ou qualquer pregador de rua, vivem o circuito repetitivo do monólogo da pregação; acreditam que "vale tudo" para difundir a "verdade única" que o tocou e o transformou para sempre! O estilo fanático usa e abusa do discurso monológico delirante, declarações, comunicados, que jamais se voltam para escuta ou o diálogo, exercício esse que faria emergir a verdade - não a "certeza" .
Todo fanático é intolerante.
O fanatismo é a intolerância extrema para com os diferentes. Um evangélico fanático é incapaz de diálogo e respeito para com um católico ou um budista. Um fanático de direita não quer diálogo com os de esquerda. Organizações como a Ku Klux Klan são intolerantes igualmente com negros adultos, mulheres e crianças. Por isso se diz que há em cada fanático um fascista camuflado, pronto para emergir em atos de exclusão e eliminação.
O semiólogo e filósofo italiano, Umberto Eco, reconhece que o protofascismo está presente nos movimentos fanáticos. No campo político, não importa auto denominar-se de "esquerda" ou de "direita" pode existir um protofascismo. No fundo os atos terroristas são produzidos e sustentados por fanatismos de inspiração místico-fascista incapazes de diálogo ou argumento racional que esclarece sua causa objetiva. Não é sem sentido que os atos terroristas deixaram de dizer algo pela palavra e passaram a ser apenas o ato, o acting out. S. P. Rouanet diz que "os terroristas são agentes de uma ideologia religiosa extrema direita ... que funciona como ópio do povo..
O fascismo, tanto o de Estado dos fundamentalistas religiosos, como o que está pulverizado nos atos do cotidiano das relações humanas, é fanático porque desrespeita, desconsidera, é intolerante quanto ao modo de ser, pensar e agir do outro , é tradicionalista-fundamentalista. Enquanto o fascista "quer o poder pelo poder", há o fanático "autêntico" que anseia dominar o mundo com sua crença, e o "fanático terrorista" que "deseja apenas destruir a estrutura de sustentação do inimigo". Mas, ambos, o fascismo e o fanatismo não são compatíveis com a democracia. Ambos pregam intolerância multirreligiosa, a intolerância multicultural e multirracial e usam o espaço de liberdade democrática para espalhar o seu ódio e sua crença.
O sentimento que no fundo sustenta o fanatismo e o fascismo não é a fé, nem o amor [Eros], mas o ódio [Thanatos] e a intolerância. O desejo do fanático "autêntico" é dominar o mundo com seu sistema de crença cheio de certeza. No plano psíquico, o lugar do recalque torna-se depósito de ódio e desejo de eliminar todos os que atrapalham o seu ideal de sociedade. Certa dose de paciência doutrinada o faz esperar-agindo para que a "idade de ouro puro" possa um dia acontecer.
São tão fanáticos os terroristas-suicidas muçulmanos como os fundamentalistas cristãos norte-americanos que atacam clínicas de abortos, perseguem homossexuais, proíbem o ensino da teoria evolucionista de Darwin, obrigando aos professores ensinarem a doutrina criacionista tal como está na Bíblia, ou ainda, os protestantes da Irlanda do Norte que atacam crianças católicas ou os bascos que querem ser um país independente a qualquer preço, por meio do terror.
Alguns personagens "messiânicos" de nosso tempo, como Hitler, Idi Amin, Reagan, G. W. Bush, Sharon, os grupos dos martírios suicidas do Oriente Médio, entre outros, tem algo em comum: cada um se sente o escolhido para cumprir uma especial missão . Hitler discursou que "as lágrimas da guerra preparariam as colheitas do mundo futuro". G. Bush, na sua ânsia de guerra contra o ditador S. Hussein, não estaria delirando no mesma linha ? Não é sem sentido que os EUA, tem sido o solo fértil de seitas cristãs fanáticas. Uma delas, A Casa dos Filhos de Jeová, torce para o mundo se acabar logo, porque seus membros acreditam que depois surgirá uma nova civilização do Bem.
Compilado do texto de RAYMUNDO DE LIMA
Revista Espaço Acadêmico
Psicanalista,
Professor do Departamento de Fundamentos da Educação (UEM) e
Doutorando na Faculdade de Educação (USP)
domingo
"Anistia não" aqui Morre a Democracia Brasileira!
A presidente Dilma Rousseff se mostrou categoricamente contra a anistia dos policias grevistas da Bahia. "Por reivindicar, as pessoas não têm de ser presas nem condenadas, mas por atos ilícitos, por crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa e contra a ordem pública não podem ser anistiados".
Quando uma categoria de trabalhadores, é ludibriada por um governo, e tem suas condições de trabalho minimizadas ao ponto de, o trabalhador colocar sua própria vida em risco, para exercer suas atividades, o trabalhador obriga-se ir buscar, reivindicar por uma remuneração digna, e claro que qualquer greve, causa transtornos para alguém, e neste ponto, ninguém melhor que este governo Petista, que apoia e dá respaldo até hoje para o MST, (Movimento de Trabalhadores sem terra), que muitas vezes invadiram propriedades produtivas depredando seu patrimônio, e colocando literalmente seus proprietários para correr. Nesta “Ditadura Petista” que perdeu a vergonha na cara, que promete e não cumpre, que usa da mídia para ludibriar o povo, criando situações utópicas de bem estar geral, quando na verdade, é o que nós possuímos no Brasil, um Ministro caindo por dia, por corrupção, o menor custo beneficio, na relação impostos e qualidade de vida, possuímos a carga de impostos entre as maiores do planeta, e o retorno destes impostos são, vereadores e deputados com auto reajuste de 150%, o SUS (Sistema Único de Saúde)um elefante que só onera o trabalhador, e no qual o trabalhador morre a espera de um tratamento, rombos de milhões descobertos a cada semana em um canto ou outro do Governo, mensalões, impunidade para Políticos que são pegos com a mão na massa apropriando-se do que é publico, tanto que já não nos escandalizamos mais com isto, já faz parte do nosso cotidiano de noticias, e agora esta “NOVIDADE”, trabalhador não pode mais reclamar por seus direitos , pois não pode incomodar a ordem publica com greves, mas isto é o fim, é um direito universal, de cada trabalhador reivindicar os direitos de suas categorias, se as regras mudaram foi agora desde instaurada esta Ditadura Petista, pois mesmo no período da outra ditadura, a menos hipócrita, que era a ditadura Militar(que sempre deixou claro quem eram e o que queriam)nós todos tínhamos este direito. A hipocrisia deste Governo petista, para mim ainda é alarmante, pois nestes trinta anos de PT, era comum passeata, piquetes de greve em frente às fabricas, greve geral nacional, estas não abalavam a ordem publica¿ ou é porque o PT não era governo! E convenhamos, com o passado histórico de nossa Presidenta, eu em seu lugar, ficaria de boca fechada, para não ser traído por ele.
"Se anistiar, aí vira um país sem regra." A presidente afirmou que o Brasil tem hoje uma visão de garantia da lei e da ordem muito moderna. "Nós não consideramos que seja correto instaurar o pânico, instaurar o medo e criar situações que não são compatíveis com a democracia."
Quando uma categoria de trabalhadores, é ludibriada por um governo, e tem suas condições de trabalho minimizadas ao ponto de, o trabalhador colocar sua própria vida em risco, para exercer suas atividades, o trabalhador obriga-se ir buscar, reivindicar por uma remuneração digna, e claro que qualquer greve, causa transtornos para alguém, e neste ponto, ninguém melhor que este governo Petista, que apoia e dá respaldo até hoje para o MST, (Movimento de Trabalhadores sem terra), que muitas vezes invadiram propriedades produtivas depredando seu patrimônio, e colocando literalmente seus proprietários para correr. Nesta “Ditadura Petista” que perdeu a vergonha na cara, que promete e não cumpre, que usa da mídia para ludibriar o povo, criando situações utópicas de bem estar geral, quando na verdade, é o que nós possuímos no Brasil, um Ministro caindo por dia, por corrupção, o menor custo beneficio, na relação impostos e qualidade de vida, possuímos a carga de impostos entre as maiores do planeta, e o retorno destes impostos são, vereadores e deputados com auto reajuste de 150%, o SUS (Sistema Único de Saúde)um elefante que só onera o trabalhador, e no qual o trabalhador morre a espera de um tratamento, rombos de milhões descobertos a cada semana em um canto ou outro do Governo, mensalões, impunidade para Políticos que são pegos com a mão na massa apropriando-se do que é publico, tanto que já não nos escandalizamos mais com isto, já faz parte do nosso cotidiano de noticias, e agora esta “NOVIDADE”, trabalhador não pode mais reclamar por seus direitos , pois não pode incomodar a ordem publica com greves, mas isto é o fim, é um direito universal, de cada trabalhador reivindicar os direitos de suas categorias, se as regras mudaram foi agora desde instaurada esta Ditadura Petista, pois mesmo no período da outra ditadura, a menos hipócrita, que era a ditadura Militar(que sempre deixou claro quem eram e o que queriam)nós todos tínhamos este direito. A hipocrisia deste Governo petista, para mim ainda é alarmante, pois nestes trinta anos de PT, era comum passeata, piquetes de greve em frente às fabricas, greve geral nacional, estas não abalavam a ordem publica¿ ou é porque o PT não era governo! E convenhamos, com o passado histórico de nossa Presidenta, eu em seu lugar, ficaria de boca fechada, para não ser traído por ele. quinta-feira
Grevistas da Bahia Preparam-se para ação do Exercito.
Um dia depois do fracasso de um acordo que o governo estadual considerava iminente, o Exército reforçou seu cerco à sede da Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador, que foi tomada na terça-feira da semana passada por um número ainda desconhecido de grevistas.
Em declarações por telefone a uma rádio de Salvador, o líder dos grevistas, Marco Prisco, afirmou que os policiais estão "se preparando" para a ação do Exército. Prisco disse ter percebido um posicionamento diferente dos aproximadamente 800 militares que cercam o prédio, especialmente pela chegada de mais veículos e o sobrevoo de helicópteros, e disse temer um possível confronto.
Após os choques entre os militares e os policiais em greve registrados nos primeiros dias do cerco, a situação se tranquilizou na terça-feira e os grevistas até entregaram um bolo ao general Marco Gonçalves Dias, comandante da tropa enviada a Salvador, para festejar seu aniversário. As negociações, que contam com a intermediação do arcebispo de Salvador, Murilo Krieger, pareciam avançar satisfatoriamente e o governador da Bahia, Jacques Wagner, chegou a anunciar que estavam perto de um acordo. Mas a situação mudou após a estagnação das negociações e os militares, além de reforçar o bloqueio, cortaram a provisão de energia elétrica e suspenderam a autorização que tinham concedido para que familiares levassem remédios e alimentos aos agentes que permanecem no interior da Assembleia Legislativa.
Fontes do governo da Bahia consultadas pela Agência Efe disseram que por enquanto não está previsto que as partes se reúnam nesta quarta, visto que estão analisando as propostas apresentadas. O governador da Bahia, em declarações a emissoras de televisão, reafirmou a proposta que apresentou aos grevistas para reajustar os salários imediatamente em 6,5% e conceder a eles uma série de pagamentos extras até 2015, que elevariam os salários em até cerca dos 30% reivindicados. "Fizemos um esforço muito grande para garantir a GAP 4 a partir de novembro. Essa despesa (GAP 4 e 5) representa mais de R$ 170 milhões, é parte significativa do Orçamento.
Agora eu só posso esperar que cada policial entenda que o estado tem um limite e não frustre a população da maior festa popular do mundo (o carnaval)", afirmou Wagner. A greve preocupa as autoridades não só pelo aumento da insegurança, mas também pelo possível impacto econômico que pode ter em Salvador, cidade que espera dezenas de milhares de turistas para o carnaval.
É visto a total falta de tato da administração Petista, para negociar a greve com os policiais, agora para obter algum respaldo da População, chantageia com a possibilidade de não acontecer o tão famoso carnaval Baiano, levando a opinião publica a ficar contra a legitimidade da greve, dos policiais. Lamento o Governador Jacques Wagner ter esquecido as respostas e o modo de acabar com a greve, pois em 2001, ele e o ex-presidente Lula, sabiam as respostas, e afirmavam categoricamente, qual era o caminho das pedras para acabar com o impasse. quarta-feira
Movimento " Desocupa Wagner" já esta na rede.
Com o crescimento da violência por conta da greve da PM baiana, internautas lançaram, nas redes sociais, o movimento “Desocupa Wagner”. O movimento promete ganhar as ruas, a exemplo do “Desocupa Salvador”, que pede a saída do prefeito João Henrique Carneiro e a revogação da Lei de Ocupação, Uso e Ordenamento do Solo (Louos), sancionada este mês.
O Movimento DESOCUPA! nasceu a partir da crescente insatisfação da população de Salvador com os desmandos e desvarios da administração municipal, sobretudo no que diz respeito à venda da cidade aos interesses privados. Não possui vinculação partidária nem apoios financeiros de nenhuma espécie. A força deste movimento emerge diretamente dos cidadãos soteropolitanos que se cansaram de sentir vergonha da cidade que amam.
Um caso que acabou se tornando emblemático foi o do CAMAROTE SALVADOR, que simplesmente ocupou a Praça de Ondina com o aval do poder público ante pagamento de R$250 mil por ano (uma esmola diante do faturamento de cerca de R$66 milhões previstos) e uma reforma na Praça. Pouco tempo depois de ter finalizado a reforma, a empresa fechou a Praça com tapumes para a “obra do CAMAROTE SALVADOR”, quase três meses antes do carnaval.
O intenso debate sobre o assunto nas redes sociais levou à convocação de uma manifestação pública de repúdio à privatização dos espaços públicos pela Prefeitura de Salvador. O protesto, que foi chamado de “DESOCUPA Salvador!”, foi proibido pela Justiça, a partir de uma ação movida pela Premium Produções Criações Artísticas e Eventos Ltda, que via na manifestação risco de depredação de seu patrimônio e preocupação com a integridade física (!) de seus funcionários. A jornalista Nadja Vladi foi apontada como líder do movimento sem nunca tê-lo proclamado e ainda está sendo processada por conta do episódio.
A despeito da censura decretada pela Justiça, que parece esquecer-se de que vivemos num estado democrático onde a liberdade de expressão é garantida na Constituição, ninguém se intimidou. No dia marcado, mais de 500 pessoas foram à frente do Camarote gritar ‘DESOCUPA! A Praça é do Povo”, apesar da forte chuva e de a manifestação ter sido oficialmente PROIBIDA.
Apenas três dias depois, a população de Salvador recebe em estado de choque a notícia de que o desprefeito, o Sr. João Henrique Barradas Carneiro, que estava nos Estados Unidos, havia aterrissado em Salvador e em poucas horas, sancionado as alterações criminosas que foram feitas à LOUOS (Lei de Ocupação, Uso e Ordenamento do Solo) na Câmara Municipal por uma lamentável maioria de vereadores vendidos ao interesse privado.
O desprefeito ignorou e desrespeitou o Ministério Público, que ameaçou acioná-lo criminalmente caso ele sancionasse a LOUOS, na medida em que as alterações que foram feitas à lei não passaram de manobras destes vereadores subservientes aos interesses do capital privado para viabilizar a qualquer custo emendas polêmicas do PDDU da Copa, que teve sua tramitação barrada pela Justiça por conta do desrespeito sistemático aos mecanismos de participação previstos para uma legislação desta natureza.
“A LOUOS foi questionada judicialmente porque o texto aprovado pela Câmara de Vereadores contém emendas que alteram artigos do PDDU, o que não é legal, segundo o Ministério Público. Ainda segundo o órgão, a mudança só poderia ser feita diretamente no texto do PDDU e mediante a realização de audiências públicas e com aprovação no Conselho da Cidade, que, embora esteja previsto na lei, nunca foi posto em prática pela prefeitura.
Entre as emendas aprovadas, está a que reduz os poderes e representatividade do Conselho da Cidade e do Conselho Municipal do Meio Ambiente. Está sancionada também a ampliação do gabarito da orla marítima, permitindo a construção de prédios de até 27 pavimentos (54 metros) e permitindo que os edifícios exerçam sombreamento nas praias antes das 10 horas e a partir das 14 horas. Também virou lei a extinção do Parque Ecológico do Vale Encantado, área de reserva de mata atlântica, com um milhão de metros quadrados, localizada entre a Avenida Paralela e a orla; e a criação de nove perímetros destinados à construção de hotéis – do Lobato, no subúrbio ferroviário, a Itapuã.” (Jornal A Tarde)
Depois de ter sancionado a lei sem dar nenhum tipo de explicação à sociedade, o desprefeito fugiu para a Europa. Por certo, contava com a nossa passividade, mas a população de Salvador resolveu dar-lhe um troco.
O evento “DESOCUPA A PREFEITURA, João“, convocado no início da manhã seguinte, explodiu nas redes sociais e cerca de 3.700 soteropolitanos demonstraram apoio à iniciativa. Rapidamente, começaram a aparecer dezenas de cartazes produzidos espontaneamente e sem nenhum tipo de liderança. Estava provado que as alterações criminosas que foram feitas à LOUOS foram a gota d’água: a indignação dos cidadãos soteropolitanos transbordou.
Dois dias depois da fuga do desprefeito para a Espanha, mais de 1.000 pessoas (segundo cálculos da Polícia Militar divulgados pelo Jornal A TARDE) foram à Praça Municipal mostrar sua indignação em relação ao caos da administração pública municipal, cuja fragilidade política, moral e institucional configuram o ambiente perfeito para a atuação predatória do capital privado, sobretudo dos setores imobiliários, e mais recentemente, também da Indústria do Carnaval, chegando ao ponto em que a Prefeitura se sente dona do espaço que é do Povo e revolve alugá-lo para o CAMAROTE SALVADOR sem qualquer tipo de consulta. Participação popular, aliás, nunca foi o forte desta gestão, apesar do slogan cínico ‘Prefeitura de Participação Popular’ do primeiro mandato.
A segunda manifestação, que ocorreu numa tarde ensolarada da Velha Bahia, foi uma verdadeira declaração de amor à cidade de Salvador .
Estiveram presentes pessoas de todas as classes sociais, jovens, adultos, idosos e até mesmo crianças. Subimos a escadaria da Prefeitura para lembrar à corja que lá está confortavelmente instalada que o Poder Público Municipal deve representar os NOSSOS interesses e não os das empresas.
Depois disso houve a queima de um boneco de Judas que representava o desprefeito vendido ao interesse privado. Também não faltaram declarações de indignação e de amor à cidade de Salvador durante as cinco horas de duração do protesto.
A vitoriosa manifestação do dia 20.01.2012 foi uma demonstração de força da chamada PRIMAVERA BAIANA,
Vereadores e governador Jacques Wagner: prestem atenção à nossa voz. A indiferença de vocês só fará com que nossa indignação cresça de forma exponencial. Lembrem-se de que este é um ano eleitoral e nós faremos de tudo para impedir que os traidores do povo de Salvador retornem ao poder.
EM SOLIDARIEDADE AO MOVIMENTO DESOCUPA
segunda-feira
Quem era a favor, da Greve da Policia na Bahia?
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| Ernesto Rodrigues/AE |
Eu deveria ficar espantado, com a falta de caráter de alguns políticos brasileiros, mas cara de pau como este Governador Baiano, Jaques Wagner, eu ainda não vi, na verdade eu já vi sim, e como ele tem centenas, só muda o nome e o CPF, mas no resto é tudo igual.
Em 2001, como manobra eleitoreira, Jaques mais Lula, insuflavam os Militares, a rebelar-se contra o governo do PFL, afirmando e apoiando a legalidade da greve da policia.
Hoje 2012 o Senhor governador “Jaques Wagner”, articulou com as forças federais a prisão dos líderes grevistas. chamando-os de Bandidos, manda helicópteros sobrevoar a Assembleia Legislativa para intimidar os grevistas.
Mas porque o discurso mudou, Hoje contamos com a nata, da Esquerda Brasileira, os Iluminados, os donos da verdade e sabedoria universal, os guardiões da moral, da ética e da justiça Brasileira, sim eles mesmos, os Petistas, sim os mesmos que, estão mandando as forças armadas baixar o cassete nos grevistas da Bahia, são os mesmos, que querem a volta da censura previa para a imprensa. O discurso dos petistas mudou radicalmente, quando da época de oposição (pobreza). Quando Deputados, vereadores se auto reajustam, em mais de 100 %, ninguém manda exercito, meter o cassete, em Deputado ou Vereador ganancioso, mas quando é policia ou professor, o aumento não pode ser maior que 5%%, e se não gostar o pau come mesmo, como para o resto dos trabalhadores do brasil. Para o Partido dos Trabalhadores existem claramente dois pesos e duas medidas, desta vez a greve da Policia Baiana, não é de interesse politico para ninguém do PT, de outra forma já estariam lá, solidários aos companheiros policiais, gritando e sacudindo Bandeiras Vermelhas “trabalhador unido jamais será vencido”.
sexta-feira
Tratamento de Israel para com a Palestina é Imoral
Vou começar o meu relato sobre o que realmente está acontecendo na palestina, com uma frase de Gandhi.
"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."
Gandhi.
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| O Estado da Palestina |
Uma série de cinco "encontros exploratórios" entre Israel e Palestina na Jordânia para examinar a possibilidade de retomar as negociações de paz terminou 25-01-2012 sem resultados tangíveis. O quinto e último "encontro exploratório" foi concluído sem resultados porque "Israel não deu um só passo" rumo a uma retomada formal das negociações de paz, afirmou uma fonte palestina. Uma autoridade palestina declarou a imprensa, sob anonimato, após a reunião realizada em Amã, que "podemos dizer que o resultado de todos estes encontros é nulo, porque Israel não deu um só passo para retomar as negociações" de paz.
"A reunião de hoje era a última, e não haverá mais reuniões exploratórias com a parte israelense", disse. "Nenhuma das reuniões com a parte israelense, desembocou em um resultado positivo, devido à rejeição de Israel de deter a colonização" na Cisjordânia.
O ministro jordaniano das Relações Exteriores, Nasser Jawdeh, qualificou neste dia 25-01 de "claras e sérias" as reuniões exploratórias, israelenses-palestinas e disse ainda que, "não haverá reuniões, entre palestinos e israelenses, para avaliar os resultados e os meios de passar para a etapa seguinte". Os encontros "exploratórios" de Amã são os primeiros em público entre as duas partes desde o fim das negociações de paz em setembro de 2010. O Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, Rússia, União Europeia e ONU) convocou em 26 de outubro as duas partes a apresentar suas posições sobre o traçado das fronteiras e a segurança no prazo de três meses. Os negociadores palestinos consideram que o prazo expira em 26 de janeiro, enquanto Israel afirma que é três de abril.
Enquanto as autoridades Mundiais promovem, encontros de paz, entre os dois países, o povo Palestino, vem sendo esmagado, e sufocado, apesar de historicamente, serem os donos da terra, por conta do Estado de Israel, e seus assentamentos que invadem os territórios palestinos, fazendo com que os próprios palestinos, sejam divididos, exprimidos, dentro do seu Pais, O estado de Israel, virou as costas para todas as deliberações da ONU e Direitos Humanos que categoricamente condenaram os assentamentos Israelenses dentro do território Palestino, apesar de mais de 100 países, posicionarem-se contra os assentamentos inclusive o governo brasileiro, Israel não conteve o crescimento, e a implantação de novos assentamentos em solo palestino.
Uma pesquisa da ONG Peace Now sobre a política de assentamentos do premiê Benjamin Netanyahu revelou que Israel estabeleceu em 2011 pelo menos 1.850 novas moradias em território palestino ocupado. Esse número representa um aumento de 20% no número de construções com relação ao ano de 2010. Em 2011, pelo menos 3,5 mil moradias estavam em construção nos assentamentos e 35% dos novos imóveis eram erguidos em colônias isoladas ao leste da barreira de separação da Cisjordânia. Há uma década, Jerusalém Ocidental não vivia tamanha efervescência no setor de construção civil.
Para entendermos melhor o sofrimento do povo Palestino, foi criado por uma ong AVAAZ.ORG um vídeo, que ao menos para mim foi muito didático, para visualizar esta questão polemica entre Palestinos e Israelenses.
Só para lembrar, a Palestina já era habitada há séculos por uma maioria Árabe.
terça-feira
A HISTÓRIA DO PADRE QUE SALVOU O SATANÁS
DO LIVRO TEMPORAIS DE Gibran Khalil Gibran
O Padre Simão era conhecedor profundo dos assuntos espirituais e teológicos, versado nos segredos do pecado venial e mortal e nos mistérios do Inferno, Purgatório e Paraíso. Percorria as aldeias do Líbano do Norte, pregando penitência aos fiéis, curando suas almas do mal e prevenindo-os contra as armadilhas do demônio, a quem padre Simão combatia dia e noite sem desanimar e sem descansar. Os camponeses veneravam padre Simão e gostavam de comprar suas preleções e preces com prata e ouro, e disputavam o privilégio de presenteá-lo com o melhor de suas colheitas.
Certa tarde de outono, padre Simão caminhava por um lugar isolado em direção a uma aldeia perdida entre aqueles montes e vales, quando ouviu gemidos dolorosos vindos da beira da estrada. Olhou e viu um homem desnudo, estendido sobre o pedregulho; o sangue jorrava-lhe de feridas profundas na cabeça e no peito, e ele implorava socorro: “Salva-me! Ajuda-me! Tem pena de mim! Estou morrendo.”
O padre parou perplexo, considerou o homem e concluiu: “Deve ser algum salteador, que atacou um viajante e foi repelido. Está agonizando. Se expirar em minhas mãos, responsabilizar-me-ão pela sua morte.” E reiniciou sua marcha. Mas o moribundo deteve-o de novo: “Não me abandones, não me abandones. Tu me conheces e eu te conheço. Vou morrer se não me socorreres.” O padre empalideceu, e pensou: “Deve ser um dos loucos que vagueiam por estas campinas. O aspecto dos seus ferimentos me arrepia. Em que posso ajudá-lo? O médico das almas não cura os corpos.”
E andou mais alguns passos. Mas o ferido lançou um grito que comoveria até as pedras: “Aproxima-te de mim. Somos amigos há muito tempo. És o padre Simão, o bom pastor; e eu não sou um salteador nem um louco. Aproxima-te de mim para que te diga quem sou.”
O padre aproximou-se, inclinou-se sobre o moribundo e viu uma face estranha, na qual se misturavam a inteligência e a astúcia, a fealdade e a beleza, a perversidade e a doçura. Recuou e gritou: “Quem és tu? Nunca te vi em minha vida.”
O moribundo mexeu-se ligeiramente, fitou os olhos do padre com um sorriso significativo, e disse numa voz profunda e suave: “Eu sou Satanás.”
O padre soltou um grito terrível, que ecoou pelos recantos daquele vale, examinou novamente seu interlocutor, verificou sua semelhança com a figura dos demônios pintados na do Juízo Final que guarnecia a parede da igreja da aldeia,e bradou, trêmulo: “Deus me revelou tua face infernal para alimentar meu ódio por ti. Sê maldito até o fim dos tempos!”
O demônio respondeu com certa impaciência: “Não sabes o que dizes, e não calculas o crime que cometes contra ti mesmo. Eu fui e continuo a ser a causa de teu bem-estar e de tua felicidade. Menosprezas meus benefícios e negas meu mérito, enquanto vives à minha sombra? Não foi minha existência a justificação da profissão que escolheste, e meu nome, o lema de tua vida? Que outra profissão abraçarias, se o destino decretasse a minha morte e os ventos desvanecessem o meu nome? “Há vinte e cinco anos, percorres estas aldeias para prevenir os homens contra minhas armadilhas, e eles compram tuas preleções com seu dinheiro e os frutos dos seus campos. Que outra coisa comprariam de ti amanhã, se soubessem que seu inimigo, o demônio, morreu e que estão livres dos seus malefícios? “Não sabes, em tua ciência, que quando a causa desaparece, as consequências desaparecem também? Como aceitas, pois, que eu morra e que tu percas, assim, tua posição e o ganha-pão de tua família?” O demônio calou-se. Os traços do seu rosto não exprimiam mais a súplica, mas, antes, a confiança. Depois, falou de novo: “Ouve-me, ó impertinente ingênuo, e te mostrarei a verdade que liga meu destino ao teu. Na primeira hora da existência, o homem pôs-se de pé diante do sol, estendeu os braços e clamou: ‘Atrás das estrelas, há um Deus poderoso, que ama o bem.’ Depois, virou as costas ao sol e viu sua sombra alongada no chão, e gritou: ‘E nas profundezas da terra, há um demônio maldito, que gosta do mal.’ “E o homem voltou à sua gruta, murmurando: ‘Estou entre dois deuses terríveis: um é meu protetor; o outro, meu inimigo.’ E durante séculos, o homem sentiu-se vagamente dominado por duas forças: uma boa, que ele abençoava; outra má, que ele amaldiçoava.
“Depois, apareceram os sacerdotes e eis, meu irmão, a história de sua aparição: Havia, na primeira tribo que se formou sobre a terra, um homem chamado Laús, que era inteligente, mas preguiçoso. Detestava os trabalhos braçais de que se vivia naquela época, e muitas vezes tinha que dormir de estômago vazio. “Numa noite de verão, quando os membros da tribo estavam reunidos em volta do chefe, a conversar descansadamente, um deles levantou-se, de repente, apontou para a lua e disse com medo: ‘Olhem para o deus da noite: sua cor empalideceu, ele está se transformando numa pedra preta.’ “Todos olharam a lua, e tremeram. Então, Laús, que tinha visto outros eclipses, levantou-se no meio da assembleia, ergueu os braços ao céu e, pondo em sua voz todo o fingimento de que era capaz, disse piedosamente: ‘Prosternaivos,meus irmãos, e orai; pois o deus das trevas está agredindo o deus incandescente da noite. Se o primeiro vencer, morreremos; se for derrotado,viveremos. Orai para que vença o deus da lua’.
“E Laús continuou a falar, até que a lua voltou ao seu esplendor natural. Os presentes ficaram maravilhados e manifestaram sua alegria com canções de danças. E o chefe da tribo disse a Laús: ‘Conseguiste, esta noite, o que nenhum mortal conseguiu antes de ti. E descobriste segredos do universo que nenhum de nós conhecia. Regozija-te, pois a partir de hoje serás o segundo homem da tribo, depois de mim. Eu sou o mais valente e o mais forte, e tu és o mais culto e o mais sábio. Serás, portanto, o intermediário entre os deuses e mim, revelando-me seus segredos e ensinando-me o que devo fazer para merecer sua aprovação e sua benevolência. “Respondeu Laús: ‘Tudo o que os deuses me revelarem no meu sonho, eu te revelarei ao despertar”. Serei o intercessor entre os deuses e ti.’ “O cacique regozijou-se e presenteou Laús com dois cavalos, sete bois, setenta cordeiros e setenta ovelhas. E disse-lhe: ‘Os homens da tribo construir-teão uma casa igual à minha e oferecer-te-ão, em cada colheita, parte dos frutos da terra. Mas, dize-me, quem é esse deus do mal, que se atreveria a agredir o deus resplandecente?’“Laús respondeu: ‘É o demônio, o maior inimigo do homem, a força que desvia a marcha do furacão para as nossas casas, que manda a seca às nossas plantações e as moléstias aos nossos rebanhos, que se alegra com nossa infelicidade e se entristece com nossos júbilos. Precisamos estudar seus humores e táticas para prevenir seus malefícios e frustrar seus ardis.’ “O cacique apoiou a cabeça em seu cajado e sussurrou: ‘Sei agora o que ignorava: a humanidade saberá também o que sei e te honrará, Laús, porque nos revelaste os mistérios do nosso terrível inimigo e nos ensinaste a combatê-lo vitoriosamente.’ “E Laús voltou à sua tenda, eufórico com sua habilidade e imaginação. E o cacique e seus homens passaram uma noite povoada de pesadelos. “Assim apareceram os sacerdotes no mundo. E minha existência foi a causa de sua aparição. Laús foi o primeiro a fazer da luta contra mim a sua profissão. Mais tarde, a profissão prosperou e evoluiu até se tornar uma arte fina e sagrada, que abraçam somente os espíritos maduros e as almas nobres e os corações puros e as vastas imaginações.
“Em cada cidade que se erguia à face do sol, meu nome era o centro das organizações religiosas e culturais e artísticas e filosóficas. Eu construía os mosteiros e os ermitérios sobre o medo, e fundava os caberés e os bordéis sobre a luxúria e o gozo. Sou o pai e a mãe do pecado. Queres que o pecado morra, com minha morte?
“Curioso é que me esfalfei a mostrar-te uma verdade que conheces melhor do que eu, e que serve a teus interesses ainda mais do que aos meus. Agora, faze o que quiseres. Carrega-me em tuas costas para tua casa e medica meus ferimentos, ou deixa-me agonizar e morrer aqui!”
Enquanto o demônio discursava, o padre Simão se agitava e esfregava as mãos. Depois, disse numa voz encabulada e hesitante: “Sei agora, o que ignorava há uma hora, perdoa, pois, minha ingenuidade: Sei que estás no mundo para tentar, e a tentação é a medida com que Deus determina o valor das almas.
“Sei agora que, se morreres, a tentação morrerá contigo, e assim desaparecerão as forças que obrigam o homem à prudência e o levam a rezar,jejuar e adorar. Deves viver, porque sem ti os homens deixarão de temer o inferno e mergulharão nos vícios. Tua vida é, portanto, necessária à salvação da Humanidade; e eu sacrificarei meu ódio por ti no altar do meu amor pela Humanidade.”
O demônio soltou uma gargalhada similar à explosão dos vulcões, e disse: “Que inteligência e que habilidade, ó reverendo padre! E que conhecimento sutil da teologia! Com tua perspicácia, criaste uma justificativa para a minha existência, que eu próprio ignorava.” Então, o padre Simão aproximou-se do demônio, carregou-o às costas e prosseguiu no seu caminho.
Livro: Temporais
Autor: Gibran Khalil Gibran
Tradução e apresentação: Mansour Challita
Editora: Acigi
segunda-feira
Deus a prestações no cartão VISA

A Igreja Universal acaba de lançar o seu cartão de crédito. O cartão tem bandeira Visa. E a fatura pode ser liquidada em 10 vezes.
Os Dízimos também poderão ser pagos no crediário, em nome de Jesus. Eu tenho algumas teorias, quanto à questão da religiosidade das pessoas, a muito tenho observado, que quanto mais pobre é um povo, e maior as suas carências, tanto cultural, e desamparo pelo próprio estado, maior a sua religiosidade, e não raras as vezes que chegando ao ponto do fanatismo Religioso, fazendo as pessoas perder o foco da realidade, tornando-se vitimas fáceis para predadores.
Compartilho de outra teoria, que considero muito coerente, que se nesta galáxia, o planeta terra, possuísse um planeta irmão gêmeo, porem este planeta obtivesse seu crescimento sem os dois mil anos de cristianismo, seu desenvolvimento seria tal, que não haveria mais doenças e tecnologicamente este planeta estaria, no equivalente ao nosso futuro ano de 5000, pois o planeta não teria sua tecnologia, e seus visionários queimados em fogueiras, pela inquisição.
Mas esta invenção da Igreja Universal, de proporcionar que seus devotos, demonstrem sua fé é no mínimo genial, o fiel é extorquido e ainda fica feliz de estar contribuindo com o enriquecimento de pastores, e agora com o cartão visa, e a pessoa pode ser roubada em 10 vezes sem juros, não tem desculpa para não contribuir, afinal um Iate razoável custa em torno de quatro milhões de reais.
Mas a muitos anos alimento a vontade de ter meu próprio negocio, que seja rentável e proporcione pouco envolvimento pessoal, pois afinal trabalhar de empregado no Brasil ,não da para enriquecer, então pensei, vou ser politico, mas a categoria esta tão difamada, eu resolvi não me meter, mas agora tive uma visão maravilhosa, Vou ordenar-me pastor da minha própria igreja, já estou vendo-me, desencapetando as pessoas, curando pessoas, bem isto de curar seria para uma segunda etapa, primeiro tenho que curar minha conta bancaria que como a da maioria dos brasileiros, esta em coma respirando só por aparelhos, e para este caso só o Pastor ULISSES da Igreja Invisível, vinculada a corrente universal, se tu tem fé, me da tua grana, e teu bolso seja louvado.
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